A política é hoje no Brasil um dos assuntos mais comentados em todo o país e por todos os lados. A população pouco sabia ou lembrava de um processo de impeachment de um presidente. Muitos por não saber como funcionam os trâmites legais para o impedimento de um presidente.

Vice-presidente não vai negociar ministérios se substituir Dilma

O #Impeachment deve ser votado pela câmara dos deputados federais e pelo senado, até aí a maioria da população já sabe por ser noticiado em todos os lugares. O que poucos sabem é que o afastamento da presidente #Dilma Rousseff, não significa de fato, a sua saída do governo.

Tudo indica que o senado venha a aprovar o impeachment, como um 'golpe' à democracia, como os manifestantes e a população que apoiam o governo Dilma entendem o impeachment.

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Esse 'golpe' será dado em breve durante votação e após essa votação o cenário político brasileiro mudará completamente, quer Dilma fique, quer Dilma seja afastada.

Caso o senado não escute o clamor das ruas e das manifestações pró-governo, Dilma será afastada por 180 dias da presidência e quem assumirá o governo será o vice, #Michel Temer. O que poucos sabem é que Temer (PMDB) não poderá fazer grandes modificações enquanto presidente em exercício, essa é sua designação. 

Durante os 180 dias de afastamento da presidente Dilma Rousseff, sua defesa será apresentada perante o Supremo Tribunal Federal. Como já foi abordado por diversos veículos de comunicação, inclusive os internacionais, Dilma será afastada por um processo político sem embasamento jurídico algum. A assinatura de créditos suplementares está prevista em lei e é comumente utilizada por diversos políticos, só o relator do impeachment no senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG) assinou 972 decretos enquanto governador de Minas Gerais por quatro anos.

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Michel Temer pode ter Lula como ministro da Casa Civil

Ao ser afastada, a composição do governo Dilma deverá ser mantida, inclusive a nomeação do ex-presidente Lula, que deve assumir a Casa Civil assim que o STF julgar procedente sua nomeação interpelada pelo ministro Gilmar Mendes.

Não será difícil para Dilma apresentar sua defesa perante o STF, uma vez que não há argumentos além de políticos para seu afastamento. Enquanto isso, Michel Temer pretende ganhar espaço e o carisma do povo brasileiro ao assumir a presidência de forma temporária e indireta, caso Dilma seja afastada.