Michel Temer não aguentou a pressão e voltou atrás em sua decisão de acabar com o Ministério da Cultura. Nas redes sociais. principalmente, vários famosos postaram mensagens criticando a atitude do novo presidente. Também durante a realização de show, vários músicos e cantores protestaram pelo fim do ministério e a pressão vinha sendo grande.

O presidente interino resolveu, então, recuar e recriar a pasta. A decisão foi tomada neste sábado (21), entretanto, somente será comunicada na segunda-feira (23), mas o vazamento de notícia já serve de alívio, uma vez que os "famosos" irão se acalmar e os protestos cessarão. Michel Temer tem feito de tudo para ganhar apoio de todos os setores, seja dos partidos adversários, sindicatos e claro, quer o apoio também dos famosos, pois sabe que eles são formadores de opinião.

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As críticas feitas ao governo de #Michel Temer, partindo de famosos que têm milhões de fãs, não estavam sendo nada positivas para a imagem do peemedebista, que já tem problemas de sobra para resolver. O problema é que o órgão tem hoje um rombo que chega perto dos R$ 250 milhões. Vai ser preciso que o presidente negocie com Henrique Meirelles uma solução, sem que seja a criação de parcelas, para ir saldando a dívida.

O Governo já anunciou que tem um déficit orçamentário que passa dos R$ 170 bilhões e cortar gastos é, hoje, uma prioridade do novo presidente. Enxugar a máquina pública é primordial e o corte de ministérios era indispensável, só que os famosos não ficaram nem um pouco satisfeitos de saberem que o Ministério da Cultura estava entre os que foram extintos.

Temer devolve à Cultura o antigo status de ministério, para atender de forma especial a classe artística.

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O que todos esperam agora é que este Ministério seja gerido por pessoas competentes que busquem, acima de tudo, a eficiência, assim como os demais ministérios, para que o corte de gastos continue sendo uma realidade neste novo governo.

Agora que o Ministério da Cultura está de volta, resta saber se o presidente poderá contar com o apoio da classe artística. Será? #Crise #Crise-de-governo