Os integrantes da Comissão do #Impeachment no Senado estão a todo vapor, debatendo e, em alguns casos, literalmente “discutindo”, como no caso de Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Lindbergh Farias (#PT- RJ), que quase chegaram às vias de fato para defender seus pontos de vista sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Toda a confusão que envolveu os dois senadores começou quando o senador Ronaldo Caiado afirmou que a presidente Dilma Rousseff estaria apagando arquivos de posse do governo para atrapalhar, e dificultar, o processo de transição de gestão (caso seja confirmado afastamento) para o vice-presidente Michel Temer.

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No mesmo momento das acusações de Caiado, o senador petista começou a acusar Caiado de estar mentindo.

“É mentira do senador”, gritou Lindbergh, interrompendo o discurso de Caiado.

No mesmo instante, o líder do DEM parou de falar no microfone e começou uma intensa e calorosa discussão na qual resultou na interrupção da sessão por alguns minutos.

Ronaldo Caiado desafiou Lindbergh a chama-lo de mentiroso “lá fora”

Ronaldo Caiado ficou muito nervoso ao ser chamado de mentiroso e desafiou o senador petista a chama-lo de mentiroso fora do Senado e que aquela discussão tinha que terminar “lá fora”.

O senador petista aos gritos perguntou a Caiado se ele achava que estava tratando com um dos empregados de sua fazenda.

Os seguranças tiveram que intervir para que os senadores não chegassem as vias de fato.

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Confira o vídeo do bate-boca entre Ronaldo Caiado e Lindberg Farias que ocorreu nessa segunda-feira.

Debates da Comissão do impeachment ouvirão nessa terça-feira, especialistas indicados pelo governo

Os trabalhos continuarão nessa terça-feira (3) e a programação é que hoje sejam ouvidos especialistas indicados pela base governista.

Irão prestar depoimentos aos integrantes da Comissão os professores de direito Geraldo Luiz Mascarenhas Prado da UFRJ e Ricardo Lodi Ribeiro da Uerj, o ex- presidente da OAB Marcello Lavenère, que também participou dos trabalhos que discutiram o impeachment de Fernando Collor de Melo em 1992. #Senado Federal