Na tarde de hoje, a presidente Dilma Rousseff discursou em Brasília em evento público que marcava a abertura da 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. Para a líder do poder executivo, o fato de ser mulher facilitou a abertura do processo de #Impeachment contra ela.

Se expressando sobre o suposto preconceito, Dilma disse que a história ainda irá dizer o quanto de violência e preconceito contra a mulher existe neste processo de impeachment, a qual ela chamou de “golpista”.

Com uma agenda repleta nos últimos dias, Dilma reforçou sua opinião afirmando que o processo é um “golpe” liderado por “traidores e usurpadores”, citando claramente os nomes de Eduardo Cunha e Michel Temer, na qual enfatizou ser um processo conduzido em aliança pelo vice-presidente da República e o ex-presidente da Câmara.

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Sendo a primeira presidente eleita no Brasil pelo voto popular, Dilma disse que isto foi um dos principais componentes para a abertura do processo, já que para ela, o fato de ser mulher a tornou mais “resiliente” e mais “lutadora”.

Defesa de Dilma

Em suas declarações, #Dilma Rousseff afirmou novamente que não há motivos para o processo de impeachment, já que não há crime de responsabilidade na assinatura dos decretos de créditos suplementares, dizendo inclusive que seus antecessores, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso também o fizeram.

A atual presidente do Brasil diz se sentir injustiçada por conta do processo e que não está cansada da luta, mas sim dos “desleais e dos traidores”, afirmando que o Brasil tem sentimento similar ao dela.

Para finalizar os discursos na cerimônia, ela assegurou que irá lutar com todas as forças e utilizar todos os meios legais disponíveis para se manter no cargo ao qual foi eleita pela maioria da população brasileira.

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Sobre a renúncia, pedida pela oposição, ela afirmou que jamais passou pela sua cabeça, e que a princípio, seu mandato segue com o prazo do dia 31 de dezembro de 2018.

Você concorda com as declarações da presidente Dilma Rousseff? Opine e compartilhe esta notícia! #Governo