#Dilma Rousseff e o Advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo, devem continuar lutando contra o #Impeachment após a votação do Senado.

Com a maioria dos senadores pertencentes à oposição, o governo entendeu como certo o afastamento de Dilma. Cardozo chegou a protocolar um mandado de segurança junto ao STF visando anular o impeachment e Teori foi o escolhido para julgá-lo. Durante a primeira pausa da sessão, o ministro do Supremo indeferiu o recurso presidencial, Dando prosseguimento ao processo do impeachment.

Dilma Rousseff já planeja utilizar-se de quantos recursos e ações forem necessários durante esse período de julgamento para poder se livrar do impeachment.

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Eduardo Cardozo alega que o pedido do impeachment está viciado desde o momento em que foi aceito, pois Cunha só o teria feito em represália ao PT, que decidiu apoiar sua cassação.

Ano passado o PC do B adentrou com uma ação junto ao STF pedindo a anulação do pedido aceito por Cunha, mas o Supremo julgou a solicitação do Partido Comunista do Brasil improcedente.

O advogado que defende Dilma ainda afirmou que existem outras ações judiciais que podem ser ajuizadas no decorrer do julgamento do impeachment.

Mesmo com o direito à ampla defesa, a partir do momento em que o impeachment for aprovado por pelo menos 41 votos no Senado, a presidente deve deixar a presidência da República imediatamente. Nessa quinta-feira, 12, Michel Temer fará seu primeiro pronunciamento oficial como presidente do Brasil.

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Inicialmente Dilma previa descer a rampa do Planalto com seus assessores, mas decidiu seguir os conselhos de Lula e saíra pela saída principal do Palácio do Planalto, onde seguirá para a residência da presidência. Militantes petistas e membros de movimentos sociais, como MST, são esperados na saída de Dilma Rousseff.

Até o momento apenas quatro dos 63 senadores inscritos para discursar tiveram direito à palavra no Senado. Tudo isso devido a cinco questões de ordem apresentadas por apoiadores do governo. Todas elas foram indeferidas por Renan Calheiros, presidente da Casa e responsável por presidir a votação. #Crise-de-governo