A oposição ao governo da presidente #Dilma Rousseff deve estar preocupada neste momento com o registro histórico de crescimento que o Brasil teve. Dilma é conhecida por quebrar recordes e tem como prioridade um governo social sem abrir mão de uma economia equilibrada.

A crise de final de 2014 e do ano de 2015 trouxe uma surpresa para todos os brasileiros, que não esperavam que o país fosse afetado por uma crise naquele ano. O que muitos defendem é que a crise fora muito mais política que econômica, o que reverberou no processo de #Impeachment da presidente Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores (PT).

País recuperou-se rapidamente da crise econômica

Desde o ano de 1989 que o Brasil não registrava um superávit tão expressivo quanto o registrado em abril.

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Para quem não sabe o que é superávit, é o resultado de todas as transações econômicas, pagamentos de bens e serviços que ocorrem no Brasil. Através desses valores, os economistas chegam a um cálculo, se entrou mais dinheiro que saiu, o Brasil terá um déficit, se o país arrecadou mais que gastou, o valor é de superávit.

E foi esse valor que colocou Dilma como mais uma ganhadora de record. Desde que o índice começou a ser medido, em 1989, que não fora registrado valor tão alto. O superávit brasileiro bateu os 4,861 bilhões de dólares no mês de abril.

A balança econômica brasileira fechou em positivo no mês de abril e segue a tendência dos primeiros meses de 2016. O Brasil já registra um acúmulo superior aos 13 bilhões de dólares em 2016, o que projetará o país em um significativo crescimento econômico no final do ano.

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Brasil bate recordes na economia

O Brasil é hoje a sétima maior economia do mundo e já ocupou a quinta posição, durante o governo do presidente Lula (PT). O que muitos não imaginavam é que o país iria se recuperar em tão pouco tempo. Face a isso vemos países europeus que mergulharam em uma recessão econômica, que até hoje, oito anos depois ainda não conseguiram se recuperar, o Brasil mostra que está no caminho certo.

Esse crescimento volta a preocupar a oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff, que com maioria na câmara e no senado, deve aprovar a destituição da presidente de seu cargo.  #Crise-de-governo