Mais uma vez, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, voltou a se manifestar em sua conta pessoal no Twitter nessa segunda-feira (9). Dessa vez, o ex-ministro fez duras críticas ao atual momento político brasileiro, e declarou que tudo o que está acontecendo no Brasil não passa de uma “guerra de facções”.

Veja um trecho das palavras de Joaquim Barbosa no Twitter:

“Pois é. Aí está, exposta ao mundo, a nossa triste e pobrezinha guerra de facções. Um vexame após o outro. Bem, eu avisei!!!”

Joaquim Barbosa, mais uma vez, não escondeu seu ponto de vista sobre o atual momento político do Brasil e declarou que tudo o que aconteceu hoje repercutirá no mundo.

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Ele se utilizou de um termo em inglês para se expressar, “a laughing stock” que significa: chacota.

“Sabem o que mundo inteiro deve estar pensando sobre nós, brasileiros? "A laughing stock", muitos devem estar achando”.

Declarações polêmicas de Joaquim Barbosa tem a ver com decisão de Waldir Maranhão

Joaquim Barbosa afirmou que o Brasil será alvo de chacota no mundo inteiro devido à inesperada decisão tomada nessa segunda-feira pelo presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, que acatou o recurso da Advocacia Geral da União que pedia a anulação do processo de #Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Neste pedido, a Advocacia Geral da União solicitou também que os autos do processo de impeachment retornassem a Câmara dos Deputados.

Barbosa se referiu claramente em um trecho de sua manifestação:

“Dificilmente a inesperada decisão de Waldir Maranhão escapará ao crivo do STF, qualquer que venha a ser o seu desfecho”.

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Segundo Barbosa, decisão de Maranhão aponta vícios jurídicos

Joaquim Barbosa disse também que a decisão de Waldir Maranhão aponta “vícios jurídicos” no rito do processo e que essa matéria seria da alçada do tribunal. 

Semana passada, ele já havia se manifestado e elogiado a decisão de Teori Zavascki de suspender Eduardo Cunha da presidência da Câmara dos Deputados, afirmando que a decisão de Teori foi "corajosa e extraordinária". #Crise no Brasil