Em sua conta pessoal no Twitter, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, se manifestou e divulgou sua opinião sobre a decisão do ministro Teori Zavascki de afastar de suas funções, o presidente da Câmara #Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nessa quinta-feira (05) e também sobre o andamento do processo de #Impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Para Joaquim Barbosa, a atitude de Zavascki de aceitar o pedido da Procuradoria Geral da República, foi “corajosa” e “extraordinária” e que certamente entrará para a história político-judiciária do Brasil.

Segundo ele, a atitude de Zavascki, só veio confirmar que o poder judiciário brasileiro tem uma robustez e uma forma de atuar independente, diferentemente de outros países emergentes da América Latina.

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Para Joaquim Barbosa, o Brasil tem a mais sólida e estável democracia e que em nenhum outro lugar entre os países emergentes da América existe uma democracia igual a do Brasil. E segundo ele, a atitude de Zavascki tomada nessa quinta-feira, foi uma ótima demonstração disso.

Barbosa afirmou que, mesmo estando dois anos fora da vida pública, nada o impede de opinar sobre o atual processo de impeachment

Barbosa também ressaltou que, atualmente, é um profissional de mercado e plenamente livre, e que mesmo estando há dois anos afastado da vida pública, não existe nada que o impede de dar a sua opinião sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Segundo ele, existem algumas questões que o “incomodam” no processo de impeachment, mas afirmou que não entrará no debate.

Ele afirmou que apenas se encarregará de dar pistas e de apontar sobre certos deslizes do atual momento vivido na política brasileira e no poder judiciário.

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Ele também afirmou que sempre opinará sobre as consequências dos deslizes que forem citados por ele.

Para ele, os líderes brasileiros não estão dando “bola” à dimensão internacional das atitudes tomadas durante o processo de impeachment e que estão se mostrando apenas “loucos” para assumir as rédeas do poder. #Câmara dos Deputados