Em um evento realizado ontem à tarde, 23, na cidade de São Paulo, o juiz Sérgio Moro, líder da Operação Lava Jato, comandada na capital paranaense, Curitiba, optou em não falar diretamente sobre o caso do vazamento da gravação na qual o até então ministro interino do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), fala com o ex-senador Sérgio Machado sobre “estancar a sangria” provocada pela #Lava Jato, ou seja, criar um pacto para barrar os avanços da Operação, e, com isso, proteger políticos, sobretudo os peemedebistas, que estariam no alvo do próprio Moro.

No entanto, Sérgio Moro disse no evento que o #Governo não deve interferir nas coisas que diz respeito à #Justiça, assim como a Justiça não pode interferir nas coisas que diz respeito ao governo.

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A afirmação foi uma alusão indireta ao caso do vazamento da gravação referida, na qual os envolvidos falam claramente em intervenção do novo governo de Michel Temer nos trabalhos da Operação Lava Jato.

Ao ter seu nome envolvido na conversa vazada, o presidente interino tratou de se pronunciar rapidamente para a opinião pública, reafirmando seu total apoio ao andamento das investigações da Lava Jato na política do país.