O índice de pessoas que aprovam o governo da presidente #Dilma Rousseff ainda é pequeno. Cerca de 20% dos brasileiros aprovam o governo Dilma. Grande parte da população ainda reprova o governo, seja pela crise econômica que o país vive, seja pela hegemonia dos poderes midiáticos, que exercem  um grande papel no processo de formação da opinião dos brasileiros.

Brasil continua a crescer, assim como aprovação do governo de Dilma Rousseff

O país continua a crescer, e em 2016, registrou o maior superávit de abril de sua história. Dilma volta a ganhar o aprecio dos brasileiros, que após a mídia internacional denunciar o #Impeachment, ganhou grande respaldo dos brasileiros, que colocaram em dúvida o processo de impeachment de Dilma. 

Mesmo com o crescimento da aprovação do governo e com os índices econômicos favoráveis, o processo de impeachment será votado nesse mês no senado.

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Em pesquisa divulgada pelo O Financista, realizada pela Paraná Pesquisas, Dilma aumentou sua aprovação em mais de 120% em menos de doze meses.

Dilma cresce e volta a ganhar a confiança dos brasileiros

O índice de aprovação de Dilma ainda é baixo, segundo a pesquisa divulgada pelo Portal Terra. Dilma hoje possui apenas 18,2% de aprovação de governo, contra 77,6% de desaprovação.

O último índice apontava que Dilma possuía em agosto de 2015, apenas 8,2% de aprovação de seu governo, pouco mais de um ano após ser reeleita. De agosto para maio de 2016, a aprovação do governo Dilma saltou de 8,3% a 18,2% um aumento de mais de 120% se comparado com o último índice de aprovação do governo de Dilma Rousseff.

A desaprovação do governo de Dilma também caiu, segundo a pesquisa realizada pela Paraná Pesquisas.

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Em agosto, 89,1% dos entrevistados desaprovavam o governo do PT. Esse índice abaixou mais de 10% nos últimos meses, mesmo com a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

O futuro da política e de Dilma é incerto. O impeachment será votado pelo senado em breve e poderá afastar Dilma por 180 dias da presidência. O STF já recebeu a sua primeira ação pedindo a anulação do impeachment com a alegação que Cunha (PMDB) fora afastado logo depois do processo, comprovando que o político, réu no STF, não possuía condições para julgar o impeachment. O STF ainda não se pronunciou sobre a ação. #Crise-de-governo