O presidente do #Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), procurou manter a neutralidade para avaliar a mudança na presidência da República. O então vice Michel Temer assumiu o cargo no lugar de #Dilma Rousseff, que teve o processo de #Impeachment aceito por maioria entre os senadores.

Renan comandou a longa sessão plenária no Senado que determinou o afastamento de Dilma Rousseff por até 180 dias. Os trabalhos na Casa começaram na quarta-feira de manhã e só foi terminar nesta quinta-feira. Calheiros procurou sempre destacar que faria um trabalho com isenção e neutralidade.

Ao comentar o afastamento de Dilma e o ingresso de Temer, o presidente do Senado disse que a mudança, por si só, não resolve os problemas do Brasil.

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Ao mesmo tempo, destacou a importância da manutenção do olhar do governo aos mais necessitados.

“Com a chegada ao poder, o PMDB não poderá os direitos adquiridos pelos trabalhadores e pelos mais necessitados. O meu papel, enquanto presidente do Senado Federal, é impedir que isso possa ocorrer. Será preciso construir uma saída para essa crise que vivemos. O impeachment, por si só, não resolve a intrincada questão do país”, comentou Renan.

Renan ainda garantiu que terá com Temer uma relação idêntica a que teve com Dilma Rousseff durante o exercício do seu mandato. Calheiros promete uma relação de “independência, isenção e harmonia”, pensando somente em “ajudar o Brasil”.