Desde o início deste mês, o Deputado federal Marcos Feliciano, se mostrou um forte aliado de Michel Temer.  Chegou a postar um vídeo que foi ao ar no dia 30 de abril deste ano com o presidente interino, pedindo orações pelo Brasil e defendendo a pacificação do país.

No vídeo, Temer foi citado pelo deputado, que também é pastor, como "aquele que assumirá a presidência dentro de alguns dias". E como retribuição, o peemedebista disse que Feliciano é um "velho amigo", o que deixou bem clara a relação que os dois possuem.

Nesta última sexta (13), o deputado chegou a postar uma foto de Michel Temer em sua página do Facebook com a seguinte legenda: "Oremos por este homem.

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Enquanto eles brigam, Michel Temer dialoga".

A ideia do pastor era contar com o apoio dos seus seguidores e fãs depois desta publicação, porém, pelo que tudo indica, "o tiro saiu pela culatra". Os internautas admiradores de Feliciano receberam a divulgação muito mal, criticaram duramente o post e ainda ficaram muito revoltados uma vez que Temer está envolvido nas investigações da Lava Jato.

Para piorar a sua situação, Marcos Feliciano ainda fez um vídeo que foi divulgado nesta terça (17) onde em defesa de Temer, criticava duramente os ativistas, artistas, movimentos sociais e intelectuais.  Em meio a várias provocações, o pastor ainda soltou uma frase que dizia: "Vão arrumar o que fazer!" e "Procurem o Ministério do Trabalho!".

E para ser mais polêmico, o pastor ainda citou as críticas sobre a falta de mulheres no ministério atual:

"O próprio PT, nestes últimos anos, com a ideologia de gênero, desconstruiu a figura da mulher e do homem.

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É ensinado nas escolas hoje que o sexo não é definido por aquilo que as pessoas têm entre suas pernas.  O gênero neutro, pregado pelo PT e pelos seus pensadores, transformou a gente nisso. Então, senhor presidente, uma pergunta: será que, nesses ministros que estão aí, não tem alguém que seja assim?", completou Marcos Feliciano.

Para o pastor que já não é tão amado assim, agora então arrumou mais inimigos ainda, porém, ao que tudo indica, sua postura é firme e não aparenta querer voltar atrás.

 

#Governo #Religião #Dentro da política