Desde as primeiras horas da madrugada desta terça, agentes da Polícia Federal (PF) iniciaram a 30ª fase da Operação Lava-Jato, ação que busca averiguar e, se encontrados, exterminar com os casos de #Corrupção dentro da sociedade brasileira. Em vários locais do Rio de Janeiro e de São Paulo, serão cumpridos dois mandados de prisão preventiva, 28 de busca e apreensão, além de nove de condução coercitiva, ou seja, quando a pessoa é levada para prestar depoimento.

Denominadas, conjuntamente, de "Operação Vício", as investigações tem, como foco principal, diagnosticar os focos de corrupção e lavagem de dinheiro dentro da Petrobrás.

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Na ação, serão monitorados contratos e repasses de valores ocorridos entre as empresas contratantes da estatal, além de funcionários e agentes (públicos e políticos).

Ainda conforme foi divulgado pela PF, há um outro procedimento que também cumpre mandados para se apurar os pagamentos indevidos a um executivo da área internacional da Petrobrás (nome em sigilo) que seria responsável pela aquisição de navios-sondas.

Todas as pessoas e as provas apreendidas serão imediatamente encaminhadas para a Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

29ª fase gera prisão de ex-tesoureiro do Partido Progressista

Na última segunda, aconteceu a 29ª fase da Lava-Jato. Nessa etapa, o fato de maior destaque foi a prisão o ex-tesoureiro do Partido Progressista (PP), João Cláudio Genu, juntamente com o seu sócio Lucas Amorim Alves.

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Segundo a PF, os dois estão sendo investigados por serem suspeitos de receber propina, oriunda de valores desviados da Petrobrás. Contra Genu, o juiz federal Sérgio Moro expediu um mandado de prisão preventiva (sem tempo determinado).

Já em relação a Alves, a ordem foi de detenção por cinco dias. Este prazo, no entanto, tem chance de ser prorrogado pelo mesmo tempo ou até tornar-se preventivo. Quem decidirá isso é o próprio Moro, baseado em solicitações tanto da Polícia Federal quanto do Ministério Público (MP).

Outro que teve a prisão decretada foi Humberto do Amaral Carrilho. O empresário, todavia, permanece livre por estar fora do Brasil, mas já avisou que irá se entregar. #Lava Jato #Dentro da política