Michel Temer ainda está trabalhando para conseguir enxergar o tamanho do rombo que foi deixado para ele e que será detalhado na proposta a ser enviada ao Congresso Nacional para votação. A cada dia surgem novos dados e o déficit pode chegar aos R$ 130 bilhões, só depende dos cenários fiscais mostrados na proposta. É um grande desafio que o peemedebista precisará superar para garantir o sucesso de seu governo.

A nova meta fiscal já está sendo preparada pelo presidente e traz uma "ressalva" sobre o grande rombo, sendo que será preciso pensar bem nos possíveis impactos. A votação no Congresso deverá acontecer semana que vem, mesmo tendo a possibilidade de que a apreciação seja na quarta-feira, dia 18 ou no dia seguinte.

Publicidade
Publicidade

A princípio, a expectativa é que a proposta fosse apreciada nesta terça-feira (17), o que já está descartado, uma vez que não se chegou a uma definição exata do déficit que parece ser cada vez maior.

O serviço de notícias em tempo real da "Agência Estado" chegou a informar que o governo está buscando traçar uma estrategia que consiga fazer a meta fiscal consiga ao menos reduzir os riscos fiscais para este resto de ano, seria como que um "colchão de segurança", evitando assim que se repita o mesmo que acontecem em 2015 e também em 2014, quando Dilma não foi transparente e só no final do ano revisou as tais metas.

Esse caminho traçado por Michel Temer tem uma grande vantagem, que é o fato de que se o resultado superar o que está previsto para o fim de 2016, então sua equipe econômica será apontada como tendo feito um grande esforço para superar as metas e com isto aumentaria a confiança em seu governo.

Publicidade

O senador Renan Calheiros, presidente do Congresso, já se colocou à disposição para ajudar o então presidente da república, #Michel Temer, a conseguir aprovar esta revisão até o final de maio para que a máquina pública não seja praticamente paralisada.

O presidente do Congresso pode convocar uma sessão para já ir apreciando a nova meta proposta por Michel Temer, mas nenhuma data ainda foi definida. Por isto Jucá foi escalado pelo presidente para ficar à frente das negociações, já que ele é aliado de Renan Calheiros. Jucá acredita que ainda esta semana a votação poderá ser realizada. #Reforma política #Crise-de-governo