A notícia do afastamento de #Eduardo Cunha (PMDB - RJ) fez bombar na internet a hastag #TchauQuerido, mostrando que a maioria dos brasileiros estão satisfeitos e comemorando o afastamento do tão controverso deputado.

#TchauQuerido invade as redes sociais, entenda

De acordo com o portal de notícias G1, na manhã desta quinta-feira (5), o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, foi informado pelos oficiais de justiça sobre a decisão da liminar impetrada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, que determinou a suspensão de seu mandato como deputado federal e por consequência Cunha não preside mais a Câmara.

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Bastou alguns minutos para que milhares de pessoas começassem a comemorar o afastamento de Eduardo Cunha, fazendo com que a hastag #TchauQuerido ficasse em segundo lugar nos top trends.

Esta reação, até mesmo bem humorada, serve para mostrar que a maioria do povo aprova o afastamento de Cunha, que se tornou extremamente impopular no decorrer dos últimos meses.

Foram várias as postagens mencionando o afastamento de Cunha, vejam algumas delas

Adversária declarada de Eduardo Cunha, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), mostrou toda a sua satisfação:

Deus também opinou:

E foram milhares de mensagens com a hastag #TchauQuerido:

Eduardo Cunha "não se qualifica" para substituir eventualmente a presidente da República

Com estas palavras, o ministro Teori Zavascki anunciou o afastamento de Cunha.

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Com o possível afastamento da presidente Dilma Roussef, Eduardo Cunha assumiria a presidência da República quando Michel Temer precisar se ausentar, como, por exemplo, em viagens ao exterior.

O ministro Teori deixa claro que a presidência da República não pode ser ocupada por um indivíduo que é réu em ação penal. Cunha se tornou réu em março deste ano, na primeira ação penal do STF, por causa das investigações da Operação #Lava Jato, onde o deputado é acusado de receber US$ 5 milhões em propina da Petrobras.

O ministro Teori Zavascki afirmou que: "Cunha impõe riscos para a credibilidade das principais instituições políticas do País"