Popularizado pelo personagem Capitão Nascimento, nos filmes Tropa de Elite, e por fazer Pablo Escobar na série Narcos, o ator Wagner Moura foi um dos mais críticos dentre a classe artística sobre a decisão inicial do governo Temer em acabar com o Ministério da Cultura. Em outras opiniões tornadas públicas, Moura já havia evidenciado sua simpatia com a ideologia de esquerda.

Por meio de nota, Moura expressou toda a sua insatisfação com o fim do MinC e aproveitou para questionar o impeachment da presidente Dilma Rousseff, que teve o processo aceito no Senado Federal e ficou obrigada a se afastar por até 180 dias. Nesse hiato, #Michel Temer, o seu vice, assumiu o cargo.

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No artigo, o ator diz que a extinção era um primeiro ato de um governo "ilegítimo". Ele também condenou a ida da Secretaria dos Direitos Humanos para o Ministério da Justiça. No fim do texto, Moura fala em "(...) trevas... o pior ainda virá".

A decisão de cortar ministérios e reduzir a máquina pública era uma das principais bandeiras de Temer logo que se tornou real a possibilidade de assumir a presidência. No entanto, a forte pressão da classe artística o fez repensar a ideia de extinguir o Ministério da Cultura. #Crise-de-governo