A representação atual da democracia já não agrada grande maioria da população mundial. Uma breve conjuntura política afirma o crescimento de novos partidos e forças políticas, que aproveitam do sentimento de falta de representatividade na política atual para conquistar seus novos eleitores. Esses movimentos ganham força tanto em políticas de direita quanto de ideologias de esquerda. O cenário conservador e engessado da política, sobretudo no Brasil, faz surgir novos nomes que ganham prestígio e desprestígio nacional. 

Bolsonaro é um deputado polêmico

Um desses nomes é o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). O político defende leis e políticas contrárias polêmicas.

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Além disso, o deputado já fez declarações que podem levá-lo a perder o seu mandato em 2016. Uma das acusações mais polêmicas que o deputado possui é a de declarar que não estupraria uma outra deputada por ela ser feia. Esse depoimento gerou grande revolta na população brasileira, que luta pela igualdade do direito a mulher. Além disso, recentemente, uma jovem fora estuprada por mais de 33 homens, o que evidencia a urgência de políticas públicas voltadas para a igualdade de gênero no país.

Mas não foi por essa declaração que o Conselho de Ética da Câmara dos deputados federais resolveu abrir processo de cassação contra o mandato de Jair Bolsonaro. O deputado federal responde por outra polêmica declaração, realizada durante a votação do processo de #Impeachment da presidente #Dilma Rousseff (PT). 

Deputado pode perder seu mandato por apologia à tortura

Em TV aberta, com transmissão ao vivo para milhões de brasileiros, Jair Bolsonaro (PSC-PJ) proferiu um discurso de ódio enquanto votava pela admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT).

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Bolsonaro elogiou e mandou cumprimentos ao tenente Brilhante Ustra, do exército brasileiro. A homenagem poderia ser normal, se o tenente não fosse um dos torturadores da ditadura militar. O tenente Brilhante Ustra foi responsável pela morte de mais de 50 pessoas durante a ditadura militar, e foi responsável pelo processo de tortura em que Dilma passou, durante a ditadura enquanto ainda militante estudantil. A presidente afastada do PT carrega lembranças e traumas até hoje dessa fase nefasta em sua vida.

Declaração de estupro também complica vida de Bolsonaro

Bolsonaro responderá no Conselho de Ética pelo crime de apologia à tortura, ao relembrar o período obscuro que o Brasil viveu durante a ditadura militar. Se julgado, o deputado federal poderá perder seu mandato e também ficar inelegível por até oito anos, dependendo de sua condenação. Nesta semana, a sua infeliz declaração sobre estupro contra a deputada Maria do Rosário (PT) também foi alvo de ação no STF, que deverá se pronunciar sobre esse episódio que trata da violência que a mulher vive diariamente, e que em um esforço coletivo, a população brasileira tenta garantir a liberdade de direitos as mulheres, que são vítimas de violência diária na sociedade. #Governo