Depois de longas e acirradas sessões primeiro na Câmara dos Deputados e depois no #Senado Federal, o #Impeachment da presidente Dilma Rousseff foi admitido e ela acabou sendo afastada por 180 dias - como reza a Constituição Federal. Na metade de maio, houve a admissibilidade do processo no Senado e, com isso, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) assumiu a cadeira mais importante da política brasileira.

Mas entre tantos debates, discursos, questões de ordens, votações e análises, o que não faltaram foram polêmicas e discussões durante todo o arrastado processo de impeachment da governante petista. Neste artigo, a Blasting News Brasil rememora cinco parlamentares que acabaram se exaltando um pouco além da conta.

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Confira.

1° - RONALDO CAIADO

O senador do Democratas, do estado de Goiás, Ronaldo Caiado, levantou-se de sua cadeira e partiu para cima do petista Lindbergh Farias durante uma das sessões da Comissão Especial do Impeachment no Senado Federal. Chamado de "mentiroso" pelo governista, Caiado "convidou" o oponente a repetir isso "lá fora". O presidente da Comissão, Raimundo Lira, precisou intervir.

2° - RICARDO FERRAÇO

Senador do PSDB-ES, Ricardo Ferraço foi outro a entrar em atrito com o petista Lindbergh Farias. Na sua vez de rebater os argumentos do governista durante outra sessão da Comissão Especial, Ferraço, após ser interrompido por Farias, disparou: "Agora você ouvir aí, vai ouvir sentadinho e quietinho aí".

3° - JEAN WYLLYS

Na polêmica e tumultuada votação do impeachment na Câmara dos Deputados, Jean Wyllys (PSOL-RJ) não se conteve ao receber as provocações de Jair Bolsonaro e reagiu com uma cusparada.

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4° - EDUARDO BOLSONARO

Deputado federal assim como o pai, Eduardo Bolsonaro, filho de Jair, tomou as dores e reagiu na mesma moeda contra Jean Wyllys. Ele também recorreu ao cuspe para atacar o deputado do PSOL.

5° - JAIR BOLSONARO

Em sua fala durante o voto na sessão da Câmara dos Deputados, Jair Bolsonaro resolveu citar o ex-coronel da Ditadura Militar, Carlos Alberto Brilhante Ustra, tido como responsável por centenas de mortes através do órgão repressor Doi-Codi. A fala gerou muita polêmica - mais uma - sobre Bolsonaro.

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