A Comissão Especial do #Impeachment no Senado Federal definiu na última segunda-feira (6) o calendário e o rito que o processo de impeachment da presidente #Dilma Rousseff deve seguir naquela casa legislativa. O cronograma foi sugerido pelo relator do caso, senador Antônio Anastasia (PSDB-MG).

O trabalho da Comissão do Impeachment deve ser encerrado ainda em julho, entrando o plenário do Senado em agosto na discussão sobre a matéria. Se nenhum recurso for acatado pelo Supremo Tribunal Federal, no dia 2 de agosto, o plenário do Senado define se Dilma irá a julgamento. Caso seja maioria, Ricardo Lewandowski, presidente do STF, terá até o dia 16 de agosto para marcar a sessão que irá julgar a presidente Dilma.

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Na primeira votação dia 2, Dilma precisa de maioria simples, ou seja, 41 votos, para retornar a presidência da República. Caso seja maioria os votantes que querem o julgamento final, até o dia 16 de agosto, serão necessários 54 votos para que Dilma saia do cargo de forma definitiva.

Veja o calendário oficial do rito no Senado

6 a 17 de junho – Fase em que serão ouvidas testemunhas, tanto de defesa com da acusação

20 de junho – Dia em que a presidente Dilma, ou um representante de sua defesa, será ouvida

21 de junho a 5 de julho – Os autores do pedido de impeachment farão alegações por escrito

6 a 21 de julho – A defesa da presidente Dilma fará alegações por escrito

25 de julho – Será lido o relatório da Comissão do Impeachment no Senado

26 de julho – Discussão na Comissão sobre o relatório

27 de julho – Votação do relatório na Comissão

28 de julho - Resultado a votação é lido no plenário do Senado

1º a 2 de agosto – Discussão e votação em plenário do parecer definido pela Comissão

Se o parecer for aprovado pelo Senado, a presidente Dilma irá a julgamento.

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3 a 4 de agosto – A acusação poderá novamente se manifestar

Até dia 6 de agosto – A defesa poderá novamente se manifestar

Até 16 de agosto – O presidente do STF, Ricardo Lewandowski, tem até essa data para marcar a sessão que irá julgar o afastamento ou a volta em definitivo da presidente Dilma #Dentro da política