O suposto sítio que pertence ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Atibaia, São Paulo, será objeto do acordo de delação premiada pela empreiteira Odebrecht. A reforma do possível imóvel de #Lula foi financiada pela empreiteira, que disse que dará as informações necessárias na delação, segundo o jornal "Folha de S.Paulo". Além de assinar o acordo com a Justiça e prometer expor informações sobre o possível imóvel de Lula, a empreiteira também prometeu falar sobre conversas com o governo de Dilma Rousseff. Logo a presidente, que está afastada do cargo, enfatizou que não quis em nenhum momento barrar as investigações da Operação Lava Jato.

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A Odebrecht assinou com a Justiça um termo de confiabilidade e fará a delação premiada. 

Ex-ministros de Dilma

Quatro dos ex-ministros do governo Dilma Rousseff continuarão, por um prazo de seis meses, a receber seu salário integral, mesmo não tendo nenhum vínculo com o governo do interino #Michel Temer. Isso foi determinado nesta última terça-feira (31) pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Os ex-ministros estarão em quarentena recebendo o salário que atualmente é de R$ 30.934,70.

Governo Temer

O presidente interino Michel Temer é desafiado para manter certa estabilidade em seu governo após dois de seus ministros serem pegos em grampos telefônicos declarando que não compactuam com as investigações da Lava-Jato e que tentam barrá-las. As conversas foram gravadas pelo ex-presidente da Transpetro, que como consequência tirou os ministérios de Romero Jucá e Fabiano Silveira.

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Para o professor de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Caldas, o possível erro na escolha dos ministros não compactua com a imagem que o presidente Temer quer passar de seu governo. Porém, diferente de Dilma, Temer logo tirou-os de seu governo, mostrando uma imagem positiva em relação as Operações da Lava Jato. O peemedebista Darcísio Perondi, vice-líder do governo na Câmara, disse que isso reforça o apoio de Temer com a Lava Jato.  #Corrupção