A vida do presidente afastado da #Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), está complicada não apenas dentro do parlamento, mas também com a Justiça brasileira. Réu na Lava Jato, agora o peemedebista tem que se preocupar com seus bens, que foram bloqueados pelo juiz Augusto César Pansini, da 6ª Vara Federal, em Curitiba. A decisão do juiz foi tomada na última terça-feira (14), e a defesa de Cunha entrou com pedido junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a ordem em 1ª instância. O caso está com o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato.

A decisão do juiz bloqueou os bens não apenas de #Eduardo Cunha, como também de sua mulher, Cláudia Cruz, além de Jorge Zelada e mais dois suspeitos.

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Pansini tomou essa decisão baseado nas investigações da Lava Jato que indicam a movimentação de R$ 20 milhões em contas no exterior.

A defesa de Eduardo Cunha alega que o juiz da 6ª Vara Federa está violando a competência do STF, que ainda não o julgou, então um juiz de 1ª instância não poderia tomar tal decisão. Segundo a peça apresentada pelos advogados de Eduardo Cunha, essa decisão "coloca em xeque o Princípio da Separação dos Poderes". #Dentro da política