Com a entrega do parecer favorável a cassação do presidente afastado da #Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por parte do relator do caso, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), na última quarta-feira (1º), a previsão é que a votação no Conselho de Ética sobre o processo de #Eduardo Cunha enfim seja feita na próxima semana. 

O plenário do Conselho está completamente dividido. Durante o recesso parlamentar, Eduardo Cunha trabalho, manobrou, e conseguiu mexer na composição do Conselho, trocando alguns nomes e colocando aliados mais confiáveis para não ter a possibilidade de perder votos.

Uma das deputadas que entraram como titular no Conselho de Ética é Tia Eron (PRB-BA), que entrou na vaga do deputado Fausto Pinato (PP-SP).

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O deputado de São Paulo era voto certo contra Eduardo Cunha. Pinato foi o primeiro relator do caso, mas foi destituído por uma das manobras de Cunha e assinada pelo vice-presidente, há época, da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA).

Na votação de admissibilidade, foram 10 votos favoráveis e 10 contrários a Cunha, tendo o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PR-BA), oposição a Cunha, que desempatar. No cenário atual, Eduardo Cunha tem 10 votos certos a seu favor e 9 votos garantidos contra. O voto de minerva será dado por Tia Eron. Caso ela empate, Araújo votará o desempate contrário a Cunha.

Eron é uma incógnita, por um lado, já elogio e presenteou Eduardo Cunha, por outro, na última quinta-feira (2), elogiou o parecer do relator e disse que irá votar pela "preservação da moral".

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Eron nos últimos dias na Câmara é a deputada mais bajulada, sendo requisitada tanto pela tropa de Cunha como pela oposição ao presidente afastado.  #Dentro da política