O parecer que pede a cassação de #Eduardo Cunha foi aprovado, porém, ao que tudo indica, essa história terá ainda muitos episódios controversos, já que Cunha garante que não cairá sozinho, e que levará muitos com ele. A ameaça foi direcionada para o atual presidente da República, Michel Temer. Há ainda muitas retaliações, já que o ex-presidente da Câmara dos Deputados possui informações que, segundo ele, deixariam mais de 150 deputados em maus lençóis. Cunha não quer seguir o ditado: “Pegue o seu banquinho e saia de fininho”, Eduardo parece querer se enquadrar no dito popular “colocar a boca no trombone”.

A ameaça de Cunha

Eduardo estaria disposto a aumentar a lista de políticos corruptos que estão presentes na Câmara dos Deputados, já que 150 é um número exorbitante.

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Teria mesmo ele provas contra todos esses companheiros? Não se sabe. Porém, muitos devem estar com medo desse momento ‘destemido’ de Cunha, que pretende abrir o jogo e ditar os mais variados nomes para conseguir se safar da prisão.

Michel Temer já foi aconselhado a se afastar o máximo possível de Cunha, já que ele é a “bola da vez”, além de estar com uma imagem negativa e contar com uma enorme rejeição da população. Obviamente, Temer seguiu os conselhos de seus assessores, porém Cunha não quer saber disso, não quer ser tratado como o ‘bode expiatório’, ele não quer ser a mão que é cortada para o resto do corpo sobreviver, Eduardo parece que perdeu o medo, e quando se perde o medo, a verdade costuma aparecer.

Temer x Cunha:

Seria o fim da aliança de Eduardo e Michel? Nesse jogo político de interesses, parece que as únicas garantias são as ameaças, ou os populares “rabos presos”.

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A atual sustentação do sistema político brasileiro é baseado em quem sabe mais, e quem consegue pactos melhores para conseguir escapar da prisão. Essa é a situação que viver Temer, já que Cunha pretende abrir o jogo e levar seus colegas de trabalho junto com ele. Quem sabe o que virá pela frente? Mas a aposta é: mais escândalos de #Corrupção e os finais de grandes alianças políticas. #Crise-de-governo