Não bastasse a grave crise enfrentada pelo País, um processo de #Impeachment longo e incertezas quanto ao futuro da Nação brasileira, um ex-ministro da presidente afastada #Dilma Rousseff, em tom de desabafo emitiu opiniões e mea culpa, em referência ao #Governo petista, por ora, afastado da administração do País, devido a um processo de impeachment em julgamento no Senado Federal. Trata-se do ex-ministro da Casa Civil do governo Dilma, Jacques Wagner.

Wagner se utilizou de uma das mais populares redes sociais, o twitter, para expressar suas opiniões sobre a situação política atual, durante a manhã desta terça-feira (28).

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Erros cometidos

Jacques Wagner tentou apresentar sua versão a respeito dos erros cometidos pelo governo Dilma: " É muito importante reconhecer que nosso governo (Dilma Rousseff) cometeu erros", afirmou. O ex-ministro da Casa Civil da presidente afastada admitiu, através de suas palavras expressadas no twitter, de que o governo Dilma se equivocou de modo redundante na condução da economia e da política no Brasil. Wagner aproveitou ainda para destilar críticas ao governo interino de Michel Temer e aos ex-aliados do PMDB. O ex-ministro afirmou contundentemente: "Nenhum dos erros cometidos pelo governo Dilma, entretanto, foi maior do que a formação da aliança com o grupo político que se encontra no poder do País",disse. 

O petista continuou ainda com suas críticas ao governo Temer, proferindo acusações diretamente ao presidente em exercício, afirmando que no momento que foram firmadas alianças, "jamais imaginaria que estava fazendo aliança com um vice traidor e usurpador", concluiu. 

Jacques Wagner também é investigado pela Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, conduzida pelo juiz Sérgio Moro.

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O petista foi pego nas gravações de diálogos, inclusive em conversas que envolveram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em escutas gravadas com autorização da Justiça. Já a presidente afastada Dilma Rousseff, aguarda o julgamento definitivo do Senado Federal sobre o seu processo de impeachment, com a perspectiva de que a votação ocorra já no mês de agosto em plenário do Senado.