A crise brasileira e o clima de tensão crescente no país, inclusive, com a necessidade de que se consiga a retomada do crescimento, a partir de um #Governo que possa trazer tranquilidade e apaziguar os ânimos,  é preponderante sob a ótica do governo #Michel Temer, a partir da nomeação do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

O general Sérgio Etchegoyen é gaúcho de Cruz Alta (RS) e faz parte de uma ala do Exército Brasileiro que busca olhar com muita atenção a movimentos sociais representantes da esquerda brasileira, como por exemplo, o MST (Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra).

Publicidade
Publicidade

O general Etchegoyen, recém-nomeado pelo presidente interino Michel Temer, é o responsável estrategista pelo Plano de Defesa Nacional, além de ser quem comanda o setor de Inteligência na nova Administração do País, a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência).

Monitoramento de movimentos de esquerda

A escolha do general Sérgio Etchegoyen como o principal nome das Forças Armadas no governo do presidente em exercício, Michel Temer, tem como um de seus principais objetivos, monitorar substancialmente os movimentos de esquerda no Brasil, para que se monitore, firmemente, quem possa agir fora da legitimidade. Uma das preocupações refere-se a evitar manifestações, como as ocorridas em junho de 2013. De acordo com o militar, "o crime de terrorismo ainda não obteve uma regulação, para que não atingisse os movimentos sociais, porém, é necessário manter a coesão social e impedir aqueles que saiam da legitimidade em seus atos", declarou Etchegoyen.

Publicidade

De acordo com militares, o comando do Gabinete de Segurança Institucional, sob Sérgio Etchegoyen, tem como missão realizar um levantamento preciso dos movimentos de esquerda.

Colegas de farda do general Sérgio Etchegoyen afirmam que ele possui posições muito claras a respeito da Amazônia e em relação aos países bolivarianos, destoando em certo ponto, do governo da presidente afastada Dilma Rousseff, que, geralmente, era simpático à causa de países como Venezuela e Bolívia. De acordo com o novo ministro-general Sérgio Etchegoyen, "o bolivarianismo somente dá certo em países como Venezuela, devido ao baixo nível de suas Forças Armadas", enfatizou. Ainda, segundo o general, "no Brasil existe um modelo de convívio entre governo, Forças Armadas e sociedade. As Forças Armadas não representam nenhum risco ou ameaça à sociedade brasileira e, dessa forma, irão continuar", declarou o general Etchegoyen. #Crise no Brasil