Com a imagem já arranhada perante parte da opinião pública mundial, o governo interino de Michel Temer sofreu mais uma baquete mundo a fora, dessa vez na Organização das Nações Unidas (#ONU). Na 32ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e a Conectas Direitos Humanos denunciaram Temer e seu governo por violar direitos humanos no Brasil. 

Em seus discursos, as entidades pontuaram algumas ações nesse pouco mais de um mês de governo interino como retrocessos. O principal ponto citado foi o rebaixamento do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos para secretaria. 

Algumas propostas pontuais também foram apresentadas no Conselho de Direitos Humanos da ONU como pautas preocupantes no Brasil.

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A polêmica proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e um projeto de lei que pretende penalizar profissionais de saúde que realizarem o aborto em vítimas de estupro foram algumas delas. 

Críticas

Essa não foi a primeira vez que o governo Temer sofreu tais críticas. Ainda em maio, com poucos dias de interinidade, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) já havia feito críticas a gestão do peemedebista e considerado como "retrocesso e um impacto negativo" algumas das primeiras medidas tomadas por ele.

Os principais pontos de crítica da Comissão foram a falta de mulheres e negros na lista de ministros escolhidos por Temer. 

Leia o pronunciamento completo aqui. #Dentro da política #LGBT