Após o decreto do estado de calamidade financeira feito na sexta feita (17) pelo governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, o #Governo federal expressou preocupação, temendo que a resolução cause efeito dominó sobre os outros Estados.

O governador Dornelles disse, na última sexta-feira, que na atual situação financeira do estado e da crise econômica do país não havia outra medida a ser tomada e que há medidas mais duras a caminho. A declaração feita pelo governo e anunciada no Diário Oficial do Rio permite, também, que as autoridades “adotem medidas excepcionais necessárias à racionalização de todos os serviços públicos essenciais, com vistas a realização dos jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016”.

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Apesar de o Planalto ter evitado falar em negociação separada com o Governo do Rio de Janeiro, a Fazendo tende a fechar acordos diferenciados com os Estados que se encontram em situações financeiras mais precárias, como o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Por conta de todo esse processo e discussões geradas a partir da situação difícil dos Estados e após o decreto do estado de calamidade feito pelo Estado do Rio de Janeiro, o governo federal mostrou que tem preocupação de que o decreto gere um efeito dominó sobre os outros Estados, causando uma “conturbação social”.

Outro ponto de vista

Apesar de toda a tensão do momento e da preocupação expressada pelo Governo Federal, há quem olhe para o decreto como um recurso desnecessário e discorde da medida tomada por Dornelles, como o Deputado Marcelo Freixo (PSOL), por exemplo, que diz que o decreto é uma “jogada para conseguir recurso federal para as Olimpíadas”.

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O Deputado Marcelo Freixo atacou e não disse apenas que o decreto de estado de calamidade financeira é uma jogada para conseguir recurso, mas disse também que a aquisição desses recurso é o que importa para a gestão do Rio e "não o pagamento dos servidores". Freixo concluiu ainda, dizendo "Vamos endurecer contra esse governo, porquê não é possível continuar assim". #Dentro da política #Crise-de-governo