Michel Temer conta como apoio de nomes importantes dentro de seu #Governo para extinguir a emissora, como o secretário-executivo do PPI, Moreira Franco e o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Geddel Vieira.

Segundo os políticos, a emissora estatal tornou-se uma TV voltada para a militância, além de ter se transformado em um 'cabide de empregos'. Geddel ainda declarou que a EBC (Empresa Brasil de Comunicação, detentora da TV Brasil), é o retrato de um governo 'ineficiente' que faz autopropaganda. O político ainda afirma que se o governo quiser divulgar algo, possui contratos com agências de publicidade para este fim.

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O ministro Eliseu Padilha solicitou um levantamento para saber qual o custo mensal da emissora para que assim Michel e sua equipe possam se decidir sobre a extinção ou permanência da mesma, entretanto, a ideia de acabar com a empresa é mais forte dentro do #PMDB, principalmente porque o governo interino tem se esforçado para ter atitudes que o diferencie da gestão petista.

A EBC

Subordinada à Casa Civil, a empresa é uma agência de notícias oficial do governo que detém a TV Brasil ou NBR. A emissora transmite todas as cerimônias oficiais do governo, inclusive, transmitiu o discurso de Dilma no dia 1 de maio, ocasião em que Rousseff chamou Temer e os apoiadores do impeachment de golpistas.

A extinção ou a manutenção

Além de um possível encerramento das atividades da emissora, também existe a possibilidade de se realizar parcerias com emissoras estatais estaduais, de forma que cada estado tenha uma emissora retransmitindo a programação e atuando diretamente na programação diária.

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Atritos

#Michel Temer demitiu o presidente da EBC, Ricardo Melo, pouco depois de tomar posse, o substituindo por Laerte Rimoli, que durante seus dias como presidente da empresa, extinguiu o termo 'presidenta' dos meios de comunicação estatais e chegou a realizar algumas demissões de possíveis militantes petistas.

Entretanto, nos últimos dias o ministro do STF, Dias Toffoli, obrigou Temer a reconduzir Ricardo a presidência da EBC e como represália Melo exibiu uma entrevista no Dilma Rousseff na última quinta-feira, 9. Atualmente a estatal conta com dois mil funcionários.