A acareação terminou e os dois mantiveram as suas versões, ou seja, o que deveria ser esclarecido neste processo, eles não ficaram frente a frente, porque estavam por vídeo-conferência. Delúbio Soares esteve na Justiça Federal de Curitiba, ele é ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT). Já José Carlos Bumlai pecuarista estava em São Paulo e, falou por vídeo-conferência, por questões de saúde ele não foi até Curitiba.

José Carlos Bumlai disse que Delúbio Soares estava sim na reunião que negociou um empréstimo de R$ 12 milhões de reais para o Partido dos Trabalhadores. Que inclusive ele (Delúbio) teria feito um pedido, para que o empréstimo que era de R$ 6 milhões inicialmente fosse passado para R$ 12 milhões, para atender a necessidade do Partido dos Trabalhadores.

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Pelas palavras de José Carlos Bumlai, ele disse que mantém a afirmação e que lamentavelmente o Delúbio Soares esteve na reunião.

Bumlai disse que não estava mentindo mas sim contando somente a verdade e lamentou muito o fato do ex-tesoureiro não recordar que esteve presente na reunião.

Já Soares disse que, lembra da reunião e que não mandou fazer nenhum empréstimo. Não sabia nada sobre os R$ 12 milhões e, que nunca discutiu com Bumlai e nem com Schahin, o dono do banco sobre esse dinheiro.

Portanto a acareação não teve nenhuma produtividade para o processo, a não ser que um dos dois está mentindo. Quem vai ficar responsável por essa questão é o juiz Sérgio Moro. Lembrando que nenhum dos dois é delator da operação Lava Jato. Os dois são réus respondem à processo, na Operação Lava Jato.

Destes R$ 12 milhões de reais que foram emprestados do banco Schahin, Bumlai intermediou toda essa negociação.

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O dinheiro teria sido destinado, para pagar dívidas do Partido dos Trabalhadores. Só que o empréstimo, não foi pago com dinheiro, e sim com favorecimento em licitações da Petrobras.

Os próprios donos do banco Schahin são delatores do processo da operação Lava Jato e, como pensaram, foram beneficiados em um contrato bilionário da Petrobras, para perpetuar este empréstimo. #Governo #Corrupção