A terça-feira, dia 14, foi de más notícias para o deputado e presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha. Além de votação favorável ao parecer que pede a cassação de seu mandato, o peemedebista também viu seus bens e os de sua esposa, Cláudia Cruz, serem bloqueados por decisão da #Justiça Federal do Paraná.

Na última semana, a esposa de Cunha se tornou ré no processo que investiga a operação Lava Jato, após o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, ter aceitado denúncia contra ela por lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A decisão impede #Eduardo Cunha e Cláudia Cruz de movimentarem seus bens enquanto durar o processo, e foi homologada por César Pansini Gonçalves, juiz da 6ª Vara Federal de Curitiba.

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Gonçalves também determinou a quebra do sigilo fiscal de Eduardo Cunha de 2007 em diante.

Cunha e sua mulher são acusados de manterem contas bancárias secretas no exterior, que seriam utilizadas para o recebimento de propina proveniente de esquemas na Petrobrás. O deputado nega as acusações e diz possuir apenas investimentos controlados por terceiros. #Corrupção