O senador Lindbergh Farias do PT, reclamou da sessão da Comissão Especial do Impeachment no início dessa madrugada. O político interrompeu Antonio Anastasia para sugerir que continuassem com as oitivas de testemunhas apenas na segunda-feira, 13, pois ele e os demais senadores estavam cansados e com sono.

O presidente da comissão ignorou o petista e prosseguiu chamando a próxima testemunha, Otávio Ladeira de Medeiros, que é Secretário-Adjunto do Tesouro Nacional. Quando os senadores tiveram a oportunidade de questionar a testemunha, Lindbergh obteve a vez de Gleise e gerou novo tumulto, reclamando do senador Magno Malta, que segundo ele não fazia silêncio e isso atrapalhava sua fala.

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Além de elogiar em demasia Otávio Ladeira, Farias defendeu Dilma, sendo interrompido diversas vezes com seu consentimento pela senadora comunista Vanessa Grazziotin. Ambos usaram suas oportunidades para falar ou interromperam a vez de outro colega para afirmar que Dilma nunca cometeu crime de responsabilidade.

Decisão do #Impeachment

Dilma será julgada definitivamente nesse processo no início de agosto, quando os senadores voltam a se reunir para uma segunda votação. A oitiva de testemunhas de defesa da presidente afastada conta com o total de quarenta e oito pessoas. Além disso, Dilma e o ex-advogado geral da União, Cardozo, tiveram um pedido de inclusão da delação de Machado no processo, indeferido, tanto pelo relator da comissão, quanto pelo STF.

Caso Dilma não sofra o impeachment, existem outros pedidos entregues e que só não foram colocados em votação na Câmara dos Deputados por já existir um processo sobre a matéria em andamento.

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Além disso, o TSE está em fase de recolher provas para abrir um eventual processo de cassação de Dilma e Temer, conforme divulgado há menos de um mês.

Enquanto não sofre o impeachment ou é absolvida, Dilma continuará gozando dos direitos de uma presidente, gastando cerca de R$62 mil mensais só com alimentação, conforme foi divulgado pelo Palácio do Planalto nessa terça-feira, 7. #Dilma Rousseff #Congresso Nacional