Os escândalos de #Corrupção que trouxeram toda a sangria aos cofres públicos da Petrobras, com os desvios de bilhões de reais da maior estatal brasileira, a cada dia fornecem novas informações, de acordo com o avanço da Operação Lava-Jato, comandada pelo juiz federal Sérgio Moro. As investigações apertam o cerco contra o ex-presidente da República, Luiz Inácio #Lula da Silva. De acordo com a colaboração premiada do empreiteiro e ex-presidente da Construtora OAS, Léo Pinheiro, as contrapartidas se referem à troca de favores entre Lula e a empreiteira. Os detalhes da delação premiada do empreiteiro permitem afirmar que negociações foram desenvolvidas, com referência às obras implementadas no sítio de Atibaia, no interior paulista e também em relação ao apartamento tríplex, na praia de Astúrias, em Guarujá, litoral do estado de SP.

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Ambas reformas foram tocadas pela empreiteira OAS. Os investigadores apuram que as informações prestadas preliminarmente pelo empresário Léo Pinheiro, são robustas e colocam o ex-presidente Lula no centro das investigações do escândalo de corrupção da Petrobras. as tratativas do ex-presidente da OAS, em seu acordo de colaboração com a Justiça Federal do Paraná, além de todos os relatos de alta relevância, podem ser a "bala de prata" para se desvendar o real papel de Lula em todo o esquema de corrupção e desvios de propinas.

Troca de favores

Léo Pinheiro já apresentou algumas informações em que descreve de que devido à realização de obras e reformas nas propriedades atribuídas ao ex-presidente Lula, como o sítio de Atibaia e o apartamento tríplex do Guarujá, o ex-mandatário do País favoreceu a empreiteira de Léo Pinheiro no exterior, a partir da prática de tráfico de influência, quando Lula era o então presidente do Brasil.

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A OAS desejava incrementar seus negócios a partir de contratos com países como Peru, Chile, Costa Rica, Uruguai, Bolívia, além de nações africanas, já que Lula se prontificou nessa tarefa, devido a ter bom trânsito com esses países. Todas as revelações, presentes no acordo de colaboração premiada, do empreiteiro Léo Pinheiro, podem "ferir Lula de morte", de acordo com afirmações da força-tarefa da Operação Lava-Jato. O empresário pretende ainda deixar bem claro que Lula é o real dono das propriedades a ele atribuídas o que é comumente negado pela sua defesa. Os investigadores poderão, inclusive, de acordo com as provas, acusar formalmente Lula pelos crimes de: ocultação de patrimônio, tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Em um futuro julgamento, com alta probabilidade de ser comandado pelo juiz Sérgio Moro, Lula poderia ser condenado, de acordo com o resultado das investigações, a pena superior a dez anos de prisão. #Lava Jato