Os segundos finais de Dilma Rousseff como presidente afastada do Brasil não têm sido nada fáceis para ela. Em sua jornada interminável para denunciar um 'golpe esquizofrênico', a petista enfrenta dificuldades para explicar a tese desse novo golpe jamais descrito pela história ou pela lei de um Estado.

Na noite de sexta-feira, 10, foi exibida uma #entrevista com Dilma direto do Palácio da Alvorada, que é a residência oficial da presidente afastada até 2018 ou até que sofra o #Impeachment daqui menos de dois meses. Quem a entrevistou foi Mariana Godoy, da RedeTV!

Logo no início da entrevista, Mariana questiona se Dilma teria capacidade de voltar a presidência, já que não tem apoio do Congresso para governar.

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A petista então a interrompeu dizendo que isso só será possível responder após 'repactuar' o governo e que essa possibilidade só se torna real quando ela já estiver no poder.

Para o terror de Dilma, Mariana questionou que golpe é esse que ela tanto fala. Godoy quis saber que tipo de golpe é esse do qual o vice presidente assume a república conforme disposto em lei, Dilma viaja para o exterior e volta normalmente para o Palácio da Alvorada como se nada tivesse acontecido.

Visivelmente incomodada com a pergunta, Dilma afirma que para um golpe acontecer não é preciso que ocorra brigas sangrentas e mortes, mas evitou ser mais didática sobre a sua tese do golpe, possivelmente por já imaginar que nem Mariana, tão pouco o telespectador iriam acreditar em seus argumentos.

Questionada sobre a delação de Cerveró, Dilma fugiu da conversa e afirmou que ele só a citou para tentar reduzir a própria pena.

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Também confirmou que cometeu erros, mas que não está afastada do cargo por ter errado, mas por querer manter os programas sociais dos eleitores do PT mesmo em um momento de crise econômica. Além disso, #Dilma Rousseff afirmou que não será conhecida como a pior presidente que o Brasil já teve, entretanto, resultados de pesquisas e conclusões de cientistas políticos brasileiros e estrangeiros já afirmaram que o governo de Dilma é o pior da história e que nem Fernando Collor conseguiu tão baixa popularidade.