A Operação #Lava Jato decretou mais uma prisão preventiva, dessa vez quem foi detido foi o ex-ministro Paulo Bernardo nessa quinta-feira, o marido da senadora Gleisi Hoffmann foi preso em um apartamento em Brasília. A sede do PT em São Paulo também foi alvos de buscas e apreensões.

Prisão do ex-ministro

Paulo Bernado foi detido por um provável envolvimento em crime de #Corrupção, a defesa do marido de Gleisi rebateu as acusações dizendo que o ex-ministro sempre se colocou à disposição de todas as autoridades, para que o caso fosse resolvido da maneira mais rápida possível. No entanto, toda essa predisposição da parte do ex-ministro não foi o suficiente para suprimir uma possível prisão preventiva, algo que acabou acontecendo.

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O casal é acusado de ter desviado dinheiro da Petrobras, esse mesmo dinheiro teria sido usado para financiar a campanha de Gleisi nas campanhas eleitorais de 2010. A Polícia Federal afirmou que há provas de que a parlamentar recebeu 1 milhão em propina.

Quem se manifestou para rebater as acusações foi a assessoria, que fala tanto pelo ex-ministro quanto pela senadora, disseram que há evidências no próprio inquérito que provam que o casal jamais recebeu qualquer quantia de dinheiro ilegal para financiar as eleições. Ainda na nota divulgada, a assessoria vai além dizendo que as acusações feitas pelos delatores são completamente contraditórias, e por isso seus depoimentos não devem ser levados em consideração.

A Delação foi feita por Alberto Yossef, o doleiro garantiu em seus depoimentos que Gleisi recebeu propina, e que o marido dela, Paulo Bernardo, teria pedido ajuda financeira para campanha de sua mulher.

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Quando Gleisi e Paulo foram prestar depoimentos em abril de 2015, esclareceram que não houve qualquer tipo de irregularidade na arrecadação da campanha eleitoral de 2010.

Até o momento a senadora Gleisi não se pronunciou sobre a prisão de seu marido, deixado apenas a assessoria divulgar uma nota de esclarecimentos.

Paulo Bernardo foi ministro nos governos petistas, tanto no mandato de Lula, quanto no mandato de Dilma.