O ministro do Supremo Tribunal Federal e relator da #Lava Jato, Teori Zavascki, possui em suas mãos informações consideráveis que podem movimentar Brasília e causar transtornos para políticos envolvidos na Operação. Podemos dizer que Teori tem uma "bomba" em sua mesa e ele é o responsável por explodi-la ou desarmá-la. O Ministério Público Federal pediu para que o ministro seja rigoroso e adote medidas duríssimas contra esses políticos envolvidos em #Corrupção. Os alvos dessas investigações bombásticas são: Renan Calheiros, Presidente do Senado, o ex-presidente José Sarney e o ministro afastado no governo Temer, senador Romero Jucá, ambos atingidos pela delação do empresário Sérgio Machado.

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Eduardo Cunha, mesmo não sendo citado na delação de Machado, também é alvo do Supremo, pois Rodrigo Janot, Procurador-Geral da República, fez questão de incluí-lo nas medidas específicas que Teori pode deferir contra os corruptos. A ação de Teori Zavascki pode causar um grande estrago no sistema político comparado a uma "explosão nuclear".

Lava Jato

Aníbal Gomes, deputado federal, é mais um envolvido na Lava Jato. O deputado é um dos principais aliados de Renan Calheiros. Ele foi indiciado pela Polícia Federal em decorrências de provas colhidas nas investigações de dados referentes ao afastamento do sigilo bancário e fiscal. Já são, ao todo, catorze inquéritos da Lava Jato que tramitam nos tribunais superiores.

STF

O Supremo Tribunal Federal decidiu suspender o processo contra o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel.

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Essa decisão do ministro Celso de Mello paralisa o trâmite da ação, evitando que o governador seja afastado do cargo. A denúncia veio da Procuradoria-Geral da República, que acusou o governador de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. De acordo com a Procuradoria-Geral da República, Pimentel recebeu R$ 2 milhões de reais em propina quando foi ministro do Desenvolvimento no governo de Dilma Rousseff. A empresa que repassou a propina é a montadora de veículos "Caoa" #Senado Federal