Em entrevista a Globo News pelo Twitter nesta terça-feira (21), #Michel Temer causou vários questionamentos e retweets ao afirmar que Dilma usaria aviões do governo para viajar pelo país "denunciando o golpe", se referindo ao processo de #Impeachment.

O peemedebista acabou reconhecendo que o que ocorre no Brasil trata-se de um "golpe", tal como defende a presidente afastada e a sua equipe. 

Internautas ainda questionaram o fato de o Deputado Eduardo Cunha (PMDB) manter toda a regalia mesmo afastado, sendo que em se tratando de Dilma as "regalias" foram cortadas, pois ela não está "exercendo atividade governamental".

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O que deixou a seguinte questão no ar: Cunha, mesmo afastado, realizava atividade governamental?

Ao ser abordado sobre a operação Lava Jato, o presidente interino comete outra falha ao dizer que "no plano pessoal jamais" atrapalharia o andamento das investigações, o que os internautas não perdoaram e debateram dizendo que no "plano pessoal" não, mas no profissional sim.

Michel Temer diz que Dilma é a favor do plebiscito para novas eleições "porque não quer governar", e que não entende então porque a presidente quer voltar ao governo. Mais uma vez os internautas alfinetaram o presidente, afirmando que ele não tem interesse em eleições pois está inelegível e portanto não tem condições de ser "presidente eleito".

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São muitas as enxurradas de réplicas negativas contra o atual governo nas mídias sociais, o que acaba por ofuscar uma minoria que apoia o presidente interino. Embora Temer diga que tem total certeza de que seu governo é legítimo. Ele ainda diz que muitos votaram em Dilma para presidência porque ele também era candidato, e portanto foi eleito, chegando a citar uma frase de Tancredo Neves, onde o mesmo teria dito que "Presidência é destino."

Temer ainda falou da sua relação com Renan Calheiros e disse que não se dão tão bem, e que "vez ou outra há uma pequena divergência" entre os dois que não são próximos.

Quando abordado sobre o Sergio Machado, deixou claro que não vai processá-lo, pois é o que ele quer e não vai "dar esse valor a ele”. Falou, sem modéstia, que viu a delação e que não foi só ele quem foi citado e que hoje ele não precisa de Machado, pois tem "prestígio no cenário nacional". #Dilma Rousseff