Nessa segunda-feira, 13, a jornalista conceituada em todo o país, Joice Hasselmann, divulgou, com exclusividade, que um pedido de #Impeachment contra o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, foi protocolado.

Joice disse que Rodrigo Janot tratou de forma diferente o caso de Dilma e Lula e, por conta dessa parcialidade, merece sofrer o impeachment em breve. Internautas levantaram certa suspeita nas condutas de Rodrigo Janot, que, mesmo com diversas evidências e investigações contra Lula em mãos, em nenhum momento, pediu a prisão do petista, bem como, deu a impressão que estava protegendo Dilma no que lhe era possível.

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O pedido de impeachment

O pedido de impeachment contra Janot foi protocolado pela advogada Beatriz Kicis, a mesma que processou o deputado federal socialista, Jean Wyllys por tê-la ofendido, em uma publicação feita no Facebook, no ano passado. Jean foi condenado a pagar R$40 mil de indenização para Beatriz e foi obrigado a excluir a publicação polêmica de sua página oficial.

Também assinaram a autoria do pedido de impeachment de Janot com Beatriz Kicis, Cláudia Castro e  Patrícia Bueno. Protocolar o pedido não é certeza que o mesmo seja aprovado, mas é o primeiro passo para que o procurador seja afastado do cargo.

A revelação do pedido foi feita na internet e ainda não há informações oficiais sobre o caso. Petistas, ao saberem do caso, usaram as redes sociais para criticar a decisão, alegando que Janot é quem tem 'colocado ordem na Casa', apesar dos supostos 'golpistas' no poder.

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Um pouco de Rodrigo Janot

Rodrigo atua no setor público desde 1984, iniciando sua carreira como procurador da República nesse mesmo ano. Em 2013, Dilma Rousseff o nomeou ao cargo mais alto de sua carreira, o de procurador-geral da República.

Em algumas ligações grampeadas pela Polícia Federal, Lula citou o nome de Janot algumas vezes: ora o criticando, ora deixando subentendido sua possível relação de 'parceria' com o advogado. Janot foi reeleito para o cargo em agosto de 2015, vencendo com 799 votos na eleição interna.  #Dilma Rousseff #Crise-de-governo