Mais uma vez defensores de Dilma Rousseff sofrem um baque já esperado e por muitos ignorado. A senadora Gleisi Hoffmann, aquela que sempre interrompe as discussões da Comissão Especial do Impeachment, teve o marido preso pela manhã.

A #Polícia Federal cumpriu mandado de busca na casa da senadora e do ex-ministro, Paulo Bernardo, que trabalhou com Lula e com Dilma em ministérios distintos. O objetivo inicial era fazer uma condução coercitiva para que Bernardo pudesse depor. 

Ainda nessa manhã outros mandados foram cumpridos, incluindo os de prisão. Guilherme de Salles Gonçalves, que trabalhou na campanha política da senadora Gleisi Hoffmann teve sua prisão decretada pela Polícia Federal e só não foi detido, pois se encontra em uma viagem ao exterior.

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A investigação

A PF investiga um possível esquema criado durante a gestão de Paulo Bernardo, que direcionou a contratação de uma empresa para fazer a operação do crédito consignado de funcionários públicos. Entretanto, 70% dos valores eram repassados para pessoas de grande influência dentro do Ministério do Planejamento ou funcionários públicos.

O marido de Gleise é acusado de ter recebido cerca de R$7 milhões em propinas pelo esquema criminoso. Se condenado, pode pegar de pelo menos 12 anos de prisão.

Dia agitado

O dia das operações da Operação Custo Brasil, que é um desdobramento da #Lava Jato, realizou busca, apreensão e prisões em vários estados brasileiros nessa manhã. Em São Paulo, os policiais apreenderam diversos documentos na sede do Partidos dos Trabalhadores (#PT).

Gleisi pode cair

A senadora não está isenta de passar por um processo em breve.

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Há três meses ela e Paulo foram apontados como suspeitos de receberem recursos públicos desviados da Petrobras. A Polícia Federal entregou os autos das investigações ao STF, uma vez que Gleisi tem a imunidade do cargo e deve ser julgada pelo referido órgão. A PF alega que anexou indícios suficientes para que um processo contra a senadora e seu marido seja aberto pelo Supremo.

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