José Josenildo Alves dos Santos, um policial militar do Rio de Janeiro, foi cruelmente assassinado no último domingo, 26, após marginais fazerem uma emboscada para o PM, durante seu percurso até o trabalho.

A mídia não falou muito sobre o caso, mas o #Crime chegou aos ouvidos do militar e deputado federal, Jair Bolsonaro, que não hesitou em prestar sua solidariedade à família da vítima. O enterro do PM foi marcado por grande comoção de seus colegas de trabalho e seus familiares, sobretudo da esposa da vítima.

O crime

A viúva do policial soube que o marido não havia chegado ao trabalho no domingo e, mais tarde, soube que seu corpo estava no IML.

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José foi executado com cinco tiros, sendo um na cabeça. O automóvel da vítima estava pichado com as palavras 'CV' (Comando Vermelho - facção criminosa do RJ) e 'Morre PM'.

O deputado federal usou sua página oficial no Facebook para mostrar um vídeo e declarar que não será possível trazer segurança para o Brasil, enquanto os Direitos Humanos imperar no país.

A violência e os direitos humanos

Quando alguns parlamentares, como Jair Bolsonaro, falam sobre os erros dos direitos humanos, a referência é que, ser signatário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no Brasil, é meramente condição de status perante outros países, pois a vítima nunca é amparada pelos mesmos.

Ao contrário, no Brasil, representantes dos direitos humanos costumam ir a presídios saber se o preso está sendo respeitado, mas não possui uma política para visitar ou amparar a vítima.

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Os direitos humanos do país são um dos responsáveis por leis mais rígidas para criminosos não serem aprovadas na Câmara e no Senado, como a diminuição da menoridade penal para dezesseis anos.

Os projetos do deputado

Jair Bolsonaro é um dos deputados com mais propostas para a segurança pública, dentre os mais de quinhentos parlamentares da Câmara. Entre seus muitos projetos, existe um que prevê o aumento da pena para estupradores, bem como institui a castração química voluntária, como condição para quem for condenado por estupro avançar para o sistema do semi-aberto. Se o criminoso não aceitar a castração, feita com medicamentos, permanece recluso até o término da pena.

Acessando o site da Câmara dos Deputados, é possível conhecer os projetos criados por Jair, bem como por qualquer outro deputado que esteja cumprindo o mandado.  #Violência #Câmara dos Deputados