Os investigadores da #Lava Jato estão muito próximos de provar a utilização de caixa 2 pela presidente afastada, #Dilma Rousseff, nas últimas eleições.

As provas viriam das informações das delações em curso, dos executivos da Odebrecht, com destaque para o empresário Marcelo Odebrecht.

O fim de semana também teve algumas novidades nas delações do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS e do empresário Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro. Os investigadores tem certeza de que a Odebrecht provará e dará detalhes do uso do caixa 2 na campanha de Dilma em 2014.

Esse caixa 2 foi formado, provavelmente, com propinas de contratos públicos.

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Dilma continua negando tudo.

Se a informação for confirmada, ficará difícil para Dilma conseguir alguma estratégia e evitar o impeachment definitivo no Senado. A delação da Odebrecht é um ponto negativo para o rumo e expectativa da presidente de se sair bem num futuro próximo.

Governo Temer

O presidente interino #Michel Temer continua indo bem na aprovação de seus projetos, mas muita coisa ainda está à desejar.

Ainda não se sabe até que ponto pode ser ruim para Temer a confirmação das informações do caixa 2 de Dilma. A defesa da presidente afastada poderá comprometer o interino no Tribunal Superior Eleitoral, alegando que a chapa era formada pelos dois. Vale ressaltar que a côrte é presidida pelo ministro Gilmar Mendes, aliado de Michel Temer.

Existe uma grande polêmica nisso tudo. Alguns acham que Temer tem a mesma culpa que Dilma e deveria ser punido da mesma forma.

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Outros acreditam que ele não pode ser responsabilizado por decisões tomadas pela presidente petista.

O furação da Lava Jato que passa pela classe política causa um grande temor nos corruptos. Neste momento, o presidente interino ainda não foi citado nas delações, o que o deixa, por enquanto, preservado.

Delações

Alguns apoiadores do presidente Michel Temer estão envolvidos nas delações. Resta saber até que ponto isso pode atingi-lo.

A estratégia do presidente interino é provar que as contas do vice estão desvinculadas com a da presidente, evitando assim acusações da defesa de Dilma.