O clima é de apreensão, e até mesmo, de acordo com afirmações de assessores ligados à presidência da República, há algo próximo a um "clima de guerra" instalado sob as dependências do #Governo.

O presidente em exercício #Michel Temer decidiu não amolecer com o grande número de servidores petistas que ainda ocupam cargos na administração federal. Temer ordenou enfaticamente que funcionários ligados ao Partido dos Trabalhadores sejam demitidos, e que entreguem seus cargos o mais rápido possível. A maioria dos postos de trabalho que ainda têm funcionários ligados à gestão da presidente afastada Dilma Rousseff, se encontram no segundo e terceiro escalões da República.

Publicidade
Publicidade

Quadro de servidores ligados ao PT

O presidente interino solicitou ainda que o governo realize um minucioso levantamento do número de postos ocupados por servidores que foram contratados por indicações políticas do PT, com a ordem expressa de removê-los desses cargos com extrema agilidade. Segundo um auxiliar da equipe de Temer, há um grande número de secretarias e diretorias ocupadas por comissionados petistas, e, de acordo com o auxiliar do presidente interino,"esses funcionários estão atrapalhando o andamento da gestão, ocasionando um clima de guerra".

Oficialmente, o governo Temer afirma que os quadros devem ser preenchidos por funcionários de perfil técnico nos postos de trabalho, porém, sabe-se que há um número expressivo de cargos que, por serem de segundo e terceiro escalões, são cobiçados por partidos aliados de Michel Temer. 

A presidente afastada Dilma Rousseff também deverá enfrentar um corte no número de seus funcionários, já que o presidente interino não irá  amenizar.

Publicidade

Temer pretende que haja uma revisão no número de servidores petistas que trabalham para Dilma, no Palácio da Alvorada. O presidente interino solicitou que o Ministério da Casa Civil realize um estudo jurídico com o intuito de verificar a necessidade do número de assessores para Rousseff, já que ela conta com 36 auxiliares, sendo 31 deles, do gabinete da Presidência e cinco são ajudantes de ordem. #Impeachment