Os trabalhos do juiz federal Sérgio Moro começam a surtir efeitos a nível internacional. Isto está acontecendo porque a empresa Odebrecht opera em 50 países e a delação de Marcelo pode produzir efeitos não desejados nesses países. Temos como exemplo a Argentina, Chile e França que podem ter políticos do alto escalão envolvidos na #Corrupção que deflagrou na crise política brasileira. Essa delação negociada de Marcelo Odebrecht tem o intuito de entregar à Justiça todos os trabalhos "sujos" realizados pela empresa. 

Supremo

No Supremo Tribunal Federal (STF), a força-tarefa da Lava Jato vai além da Petrobras. A Operação investiga outros focos de corrupção, como a Eletronuclear e a Construção de Angra 3, e os ministérios, como o do Planejamento e o da Saúde.

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Se antes estava focada apenas em Curitiba com o renomado trabalho do juiz Sérgio Moro, agora a Operação chega no Rio de Janeiro e outros Estados. O número de alvos de inquérito no STF aumentou em 168%. As delações do empresário Sérgio Machado e de Delcídio do Amaral foram as responsáveis por esse aumento de investigações e julgamentos.

Esquema ilegal

Na Petrobras foram descobertas propinas para agentes públicos e vários partidos políticos. Os delatores mostraram para a Justiça o cartel de empreiteiras que faziam contratos "sujos" com a Petrobras. Em relação à Eletrobras, houve o repasse de propinas para o ex-presidente da Eletronuclear. 

É investigado pela #Lava Jato o desvio de R$ 52 milhões em contratos do Ministério do Planejamento. De acordo com investigação da força-tarefa, empresas do "Grupo Consist Software" repassaram o valor a operadores do esquema.

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A Lava Jato continua avançando e fechando o cerco contra empresas que utilizaram recursos públicos para fins particulares. Outro ponto de investigação é o Banco do Nordeste. O Ministério Público do Ceará encontrou fraudes na concessão de empréstimos com valores altíssimos, chegando a R$ 683 milhões. Tudo está sendo investigado. Há escândalos também na Funasa (Fundo Nacional de Saúde) em vários Estados, com suspeitas de fraudes e superfaturamento em contratos. #Crise no Brasil