Os senadores e deputados que defendem a presidente afastada #Dilma Rousseffno processo de #Impeachment, tentam dar uma repercussão maior sobre o parecer do Ministério Público Federal (MPF) que inocenta Dilma na questão das 'pedaladas' do plano Safra de 2015 e decretos de créditos suplementares sem a aprovação do congresso. Os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) discutem as próximas decisões que a defesa irá tomar. No #Senado Federal, os apoiadores da presidente afastada entraram com três requerimentos para pedir a paralisação do julgamento e arquivar o processo. Em um dos requerimentos, pedem que seja realizada uma sessão extraordinária para ouvir o procurador do Ministério Público Federal Ivan Cláudio Marx antes do relatório final.

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Os defensores de Dilma também pensam em levar o caso ao STF para que se posicionem sobre o assunto. Os líderes lembram a perícia técnica do Senado que também inocentou a presidente. Alegam que os senadores já sabem que não houve crime de responsabilidade. A senadora Rose de Freitas do (PMDB-ES) que votou pelo impeachment, chegou a dizer em entrevista à rádio Itatiaia, no dia 25/6, que o motivo foi a crise política e não 'pedaladas'. Eles pedem uma grande mobilização da sociedade para cobrar os Senadores indecisos com base nos pareceres que inocentam a presidente. Vídeos dos deputados e senadores analisando a atual situação e os desdobramentos de suas ações, podem ser vistos nas redes sociais do senador Lindbergh Farias e da deputada Jandira Feghali.

Pesquisa Datafolha não menciona inocência de Dilma

A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada no último domingo (17), pelo jornal Folha de São Paulo, diz que 50% dos entrevistados preferem que o presidente interino Michel Temer fique até 2018 e 32% preferem a volta de Dilma.

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Sobre o governo Temer, 42% consideram regular, 31% péssimo ou ruim. E apenas 14% acham bom.

A pesquisa também perguntou sobre novas eleições: Apenas 7% apoiam, em abril esses números eram 60%.

Para 62%  a democracia é a melhor forma de governo, 14%  acham a ditadura melhor e 17% acham que tanto faz democracia ou ditadura.

Sobre a Lavajato, 62% disseram apoiar o juiz Sérgio Moro, 16% acham regular e 13% acham que ele age de forma ruim.

O Datafolha ouviu 2.792 pessoas em 171 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

A pesquisa não perguntou se comprovada a inocência de Dilma Rousseff, como deveria ser o voto dos senadores. Os aliados da presidente pedem que a grande mídia repercuta todos os acontecimentos de forma equilibrada em suas publicações.