Nesta sexta-feira, 1º, foi divulgado o número de vidas salvas em menos de trinta dias, desde que Michel Temer assinou o decreto nº 8.783. A partir desse decreto, que tem força de lei, a FAB trabalha em conjunto com as centrais de transplante de órgãos do Brasil, agilizando o processo e permitindo que mais vidas sejam salvas.

Segundo Ana Paula Silva das Neves, que é coordenadora da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos, antes do decreto, as centrais e hospitais chegaram a perder diversas doações de órgãos, pois não tinha como ou quem transportá-los até a cidade ou estado onde o paciente que necessitava de um transplante se encontrava.

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Ana Paula também afirma que já existia um termo de cooperação entre a Aeronáutica e a CNT (Central Nacional de Transplantes), mas que nem sempre o transporte era possível, pois carecia de uma autorização das Força Aérea Brasileira.

O decreto de Temer

O presidente interino do Brasil decidiu assinar o decreto nº 8.783, no dia 7 de junho desse ano, pois soube que não haviam aeronaves para realizar o transporte de órgãos para outro estado. Michel se sensibilizou com uma matéria do 'O Globo' que falava sobre o assunto. Temer então anunciou o decreto, afirmou que #Saúde é vida e que, a partir daquele momento, não haveria mais uma deficiência no sistema de transporte de órgãos.

Determinações expressas no documento

No teor do decreto, o presidente determinou que a FAB é obrigada a manter um avião em solo para atendimento de casos de transplante de órgãos e tecidos humanos para qualquer lugar do país.

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Em caso de urgência, a aeronave da Força Aérea Brasileira também realizará o transporte de pacientes que necessitem da cirurgia de transplante de órgão. Atualmente, doze pessoas foram salvas com o transplante de órgãos transportados de um estado para o outro, através de um avião oficial.

Os transplantes são destinados a pacientes que estejam aguardando atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde), seja na fila de espera, ou em casos extremos de urgência. #Governo #Michel Temer