O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), compareceu, neste sábado (9), ao #Hospital do Coração, em São Paulo, para realizar um procedimento cirúrgico, que ocorreu em decorrência de uma alteração nos batimentos cardíacos, descoberto após a realização de exames de rotina.

Entenda como aconteceu

Na última sexta-feira, o ex-presidente, ao realizar uma série de exames de rotina, foi informado, pela equipe médica, que o seu coração estava com algumas alterações nos batimentos. Pelos resultados, os médicos diagnosticaram a necessidade do implante de um aparelho que impulsiona eletrodos no coração.

Apesar da surpresa, a decisão foi imediata, pois FHC já sabia, por meio de seu personal trainer, que algo estava diferente, pois, habituado a realizar exercícios todos os dias, com as devidas orientações, seu instrutor logo percebeu algumas oscilações do ritmo de batimentos, sugerindo exames periódicos ao ex-presidente.

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Mesmo com 85 anos, Fernando Henrique não teve receio em realizar a cirurgia. A mesma ocorreu nesse sábado e foi um sucesso. O seu quadro clínico apresentou total estabilidade, tranquilizando a todos, inclusive os parentes.

O peessedebista não tem histórico familiar sobre problemas cardíacos, tampouco alguma #Doença crônica vinculada ao coração, o que, naturalmente, acontece com milhares de pessoas pelo país.

Segundo uma publicação do site "Globo.com", em sua página nas redes sociais há o seguinte comunicado: "O procedimento de colocação de marca-passo não exigiu sequer internação hospitalar. O presidente FHC está em casa, seguindo vida normal", e agradeceu todo o apoio que vem recebendo, afirmou a reportagem.

Segundo o Hospital do Coração, os marca-passos são dispositivos programados que auxiliam no bem-estar físico e mental, ou seja, o ritmo cardíaco é monitorado e o coração recebe estímulos que não permitem a queda da frequência cardíaca, mas, para isso, há necessidade de programações periódicas do aparelho.

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Quanto ao procedimento, a sua realização é à base de anestesia que seda o paciente para suavizar eventuais dores no momento da cirurgia. Todo o aparato para a desinfecção do ambiente é realizado nos mínimos detalhes, a fim de eliminar possíveis riscos bacteriológicos.

Logo após a esterilização, realiza-se o implante dos eletrodos no coração, através de aplicações nas veias, a quantidade a ser implantada depende da gravidade do cada paciente.

Por fim, conecta-se os eletrodos ao marca-passo que é posicionado sob a pele na região subclavicular, sendo do lado direito ou esquerdo. O paciente permanece no hospital, por apenas um dia, sem necessidade de UTI, pois o procedimento se tornou simples é prático nos últimos tempos.   #PSDB