O Conselho de Ética aprovou o pedido de cassação do deputado e ex-presidente da Câmara #Eduardo Cunha e o político entrou com um recurso para ser avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Contudo, a CCJ rejeitou o recurso feito pelo deputado para conseguir permanecer com o seu mandato. Ao saber sobre a rejeição do recurso, Cunha comentou esta quinta-feira (14) que pretende levar o caso ao conhecimento do Supremo Tribunal Federal (STF) através de um novo recurso contra o processo do Conselho de Ética sobre a cassação do seu mandato. Enquanto isso, o processo continua os trâmites normais. Agora, o próximo passo é o plenário da Câmara receber o processo para que este seja votado pelos deputados e assim possa ser decidido o futuro de Eduardo Cunha no cenário político brasileiro.

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Futuro de Eduardo Cunha

O ex-presidente da Câmara dos Deputados já percebeu que seu destino é incerto. Para que o deputado perca o seu mandato, são necessários 257 votos a favor da cassação. Eduardo Cunha sabe que este número é possível e provável, por isso, ele quer tentar recorrer de todas as formas. O próximo passo é o recurso ao STF. Contudo, o caminho está se afunilando e os recursos acabando.

Vale ressaltar que devido ao "recesso branco", que acontece de 18 de julho até o dia 31 de julho, o plenário votará apenas em Agosto. Se a CCJ já tiver publicado sua decisão no Diário Oficial da Câmara, os parlamentares terão até duas sessões para incluir o processo se cassação de Cunha na pauta de votações.

Como forma de reverter a situação, Eduardo Cunha informou que entrará com um pedido perante o Supremo Tribunal Federal no dia 1.º de agosto solicitando uma liminar para que o processo não seja julgado na Câmara dos Deputados.

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De acordo com Cunha, ele está sendo vítima de julgamento político em um cenário jurídico. O deputado quer anular as decisões anteriores para que seja julgado apenas com base jurídica referente as suas ações. Esta pode ser a última chance de Cunha continuar com seu mandato. #Crise #Corrupção