Por meio do seu blog a assessoria de imprensa da presidenta afastada Dilma Rousseff manifestou-se acerca da matéria de capa da revista Isto É, cujo título foi “As mordomias ilegais da família de Dilma”, e afirmou que medidas judiciais deverão ser tomadas contra a revista, o repórter e a editora Três, responsáveis pela publicação.

A reportagem de IstoÉ

O texto começa descrevendo a rotina de uma “Paula”, como se fosse qualquer mulher com esse nome, afirmando apenas no final do primeiro parágrafo tratar-se de Paula Rousseff, filha única da mandatária afastada do país. Em seguida, o autor afirma que “perante a lei, os filhos de presidentes da República são iguais a todos”, e em seguida afirma que Paula, o marido e os filhos usufruem de uma “mordomia ilegal”, referindo-se a carros oficiais e segurança pagos pelo estado brasileiro.

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O jornalista segue falando sobre a rotina da família e afirma que há ilegalidades nas “benesses”, de acordo com o artigo 3º do decreto 6.403, de 2008, para sustentar os seus argumentos de que os veículos em questão só poderiam ser utilizados pelo presidente ou vice, e não por seus familiares.

Em nota, Dilma diz que vai processar

Segundo nota da assessoria de imprensa de Dilma, a revista cometeu “mau jornalismo”, “ficção” e atacou a honra da presidenta afastada e de sua família. A nota afirma ainda que, ao contrário do que diz a revista, a segurança dos presidentes brasileiros, bem como de suas famílias, é determinação legal, de acordo com o inciso VII do artigo 6º da Lei 10.683, de 28 de maio de 2003, e que o mesmo se aplica ao vice-presidente e seus familiares.

O texto produzido pela assessoria critica ainda o fato de o repórter não ter buscado o contraditório, ou seja, ouvir sempre a parte “atacada” antes de publicar uma matéria jornalística sobre um tema.

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Lembra ainda que, como diz o texto da própria Isto É, os direcionamentos são dados pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e não pelos familiares da presidenta afastada. #Governo #PT #Dilma Rousseff