Enquanto aguarda a definição da comissão especial do Senado sobre o acatamento ou não de denúncia contra seu mandato e do provável julgamento final de seu #Impeachment, a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) têm utilizado sua base no Palácio da Alvorada, em Brasília, para conceder entrevistas e utilizar suas redes sociais para se defender.

Nesta terça-feira, dia 5, Dilma foi entrevistada pela Rádio Folha, de Pernambuco, onde voltou a se defender das acusações de que teria cometido os crimes das chamadas “pedaladas fiscais”. Dilma aproveitou também para atacar seus adversários, como o presidente interino Michel Temer (PMDB), e o deputado e presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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“Esse processo de impeachment é uma fraude. Estão usando artifícios para me afastar”, argumentou Dilma na entrevista. Com declarações replicadas seu Twitter, a presidente afastada também afirmou acreditar que irá retornar ao seu cargo. “Acredito e luto todo dia para meu retorno. Não só pelo meu mandato, mas pelo resgate da democracia”, disse.

“Cunha tenta um certo tipo de barganha muito pouco republicana. Não há como ter governabilidade e o custo ser a corrupção desenfreada”, disparou Dilma contra #Eduardo Cunha. “Negociar com Cunha é aceitar a agenda ultra conservadora em direitos individuais e coletivos. Essa negociação não aceitamos”, completou.

A presidente afastada também se mostrou favorável à probabilidade de convocar um plebiscito chamando novas eleições caso consiga voltar ao cargo.

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“Toda proposta que implicar em eleição direta é bem vinda”, declarou. “Qualquer processo de reforma política passa pela minha volta. A proposta de plebiscito está na mesa de discussão”, completou a petista. #Dilma Rousseff