Recentemente afastada, Dilma Rousseff disse que se caso retornar ao governo do país fará a economia crescer novamente. Na última quinta-feira, dia 30, ela marcou presença em uma manifestação pública a favor da democracia no estado do Belém (PA), juntamente com um público formado por defensores, ela citou um possível retorno em agosto deste ano, posteriormente às votações do #Impeachment.

Em seu discurso, Dilma relatou que se retornar à governar irá reconstruir o país, defendendo a democracia e devolvendo os direitos retirados dos cidadãos, em prol do crescimento da economia. Dilma colocou em sua fala, a crítica ao governo provisório, dizendo que a aderência a esse poder é resultado de um suposto golpe bem estruturado.

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Disse ainda que o principal objetivo desse governo substituto é impedir direitos individuais e sociais. Durante seu discurso, Dilma usou de sarcasmo ao se referir a um argumento do presidente provisório #Michel Temer, que havia dito que a maioria dos votos ganhos por Dilma foram realizados por ele.

Para complementar o assunto, ela ainda usou a fala da senadora Rose de Freitas do PMDB-ES que a defendeu quando disse em público que Dilma só foi afastada em razão de uma crise política, e não por causa de impeachment. A senadora Rose de Freitas, que foi presidente da Comissão do Orçamento e atualmente é líder do governo, disse que de fato Dilma não cometeu nenhum crime de responsabilidade e ainda questionou seu afastamento como sendo um golpe fiscal.

Dilma fechou seu discurso dizendo que o governo petista foi o que mais combateu a corrupção nos últimos tempos e que muitos políticos têm medo de investigações, por isso tiraram ela do poder.

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Ela ainda pediu que os manifestantes a favor do impeachment seguissem mobilizados pois o governo sempre volta atrás, mesmo depois de medidas tomadas. Depois desse discurso, Dilma se despediu de todos reforçando o seu apelo por um país melhor e com esperanças, já que de acordo com ela, todos agora estão conscientes do que realmente lhe aconteceu. #Dilma Rousseff