O pastor evangélico e deputado federal pelo PSC-SP, Marco Feliciano, anunciou recentemente que não será candidato à Prefeitura de São Paulo, conforme já vinha sendo aguardado desde sua eleição ao cargo de deputado em 2014. Feliciano é um dos grandes representantes da bancada evangélica na câmara, e vinha sendo cotado como a grande aposta do partido para o pleito eleitoral, no entanto, Feliciano surpreendeu não apenas ao anunciar que não vai ser mais candidato, mas também, ao declarar apoio a Celso Russomano (PRB), que também é deputado federal.

A decisão de Feliciano surpreendeu líderes religiosos, que aguardavam que um nome evangélico concorresse à Prefeitura de São Paulo.

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O site "O Fuxico Gospel" publicou uma nota informando que o pastor Silas Malafaia teria ficado irritado com a desistência de Feliciano, já que esse seria o momento de mobilizar os evangélicos para que tivessem a opção de escolher um nome que os representasse em São Paulo. Se eleito, ou pelo menos fosse ao segundo turno, Feliciano seria a representação de que a massa evangélica está se mobilizando para tomar o #Governo, e colocar a sua bancada nos lugares mais altos, o que parece que em São Paulo, não será dessa vez.

Malafaia, que é, sem dúvida alguma, uma das maiores influências religiosas na política brasileira, já apoiou e elegeu diversos deputados, como Sóstenes Cavalcante (PSD) e Samuel Malafaia (PSD).

Recentemente, ele mergulhou de cabeça na campanha do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados.

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Cunha foi eleito, e meses depois passou a ser investigado pela Lava Jato, a maior investigação Federal contra esquemas de corrupção da história do país. Cunha está afastado aguardando julgamento que definirá sobre a cassação de seu mandato de deputado. Toda essa polêmica envolvendo Cunha, acabou colocando em dúvida a posição de Malafaia, já que ele foi seu principal cabo eleitoral na disputa que o elegeu presidente da Câmara.

Agora, Silas tenta a todo custo reescrever essa história e voltar a eleger seus candidatos. #Eleições #Eleições 2016